domingo, 30 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Russomano começa a afundar

Nem toda mentira dita 100 vezes consegue transformar-se em verdade.

O povo também pensa e se refaz de suas escolhas erradas.

Ainda mais em uma campanha em que há tempo para se fazer o esclarecimento.

Serra também nem cai nem sobe.

Já haddad sobe e, incrivelmente o Chalita vai, devagar subindo também.

Pode haver um jogo embolado, de todos, no fim podendo ir ao segundo turno.

É esperar para ver.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Intelectuais se insurgem contra condenações no STF com base em testemunhos e não em fatos comprovados

25 DE SETEMBRO DE 2012 - 19H40 

Intelectuais divulgam Carta Aberta ao Povo Brasileiro


Divulgada nesta terça-feira (25) a Carta Aberta ao Povo Brasileiro, assinada por personalidades como Altamiro Borges, Oscar Niemeyer, Fernando Morais, José de Abreu, Hildegard Angel, Antonio Grassi, Antonio Pitanga, Eugenio Staub, Hugo Carvana, Emir Sader, Emiliano José, Antonio Abujamra, Bresser Pereira, João Carlos Martins, Alceu Valença, Tisuka Yamasaki e Luís Carlos Barreto, entre outras.





Artistas, acadêmicos, empresários, advogados, estudantes e intelectuais saem em defesa da legalidade, da presunção de inocência e condenam a transformação em espetáculo midiático de um julgamento como vem ocorrendo com a Ação Penal 470, o chamado mensalão.

Carta Aberta ao Povo Brasileiro

Desde o dia 02 de agosto o Supremo Tribunal Federal julga a ação penal 470, também conhecida como processo do mensalão. Parte da cobertura na mídia e até mesmo reações públicas que atribuem aos ministros o papel de heróis nos causam preocupação. 
Somos contra a transformação do julgamento em espetáculo, sob o risco de se exigir – e alcançar - condenações por uma falsa e forçada exemplaridade. Repudiamos o linchamento público e defendemos a presunção da inocência.

A defesa da legalidade é primordial. Nós, abaixo assinados, confiamos que os Senhores Ministros, membros do Supremo Tribunal Federal, saberão conduzir esse julgamento até o fim sob o crivo do contraditório e à luz suprema da Constituição.

Fernando Morais, jornalista e escritor
Hildegard Angel, jornalista
Luiz Carlos Barreto, produtor cinematográfico
Olgária Matos, filósofa, professora universitária Unifesp
Abelardo Blanco, cientista politico, publicitário
Adilson Monteiro Alves, sociólogo
Adriano Pilatti, professor de direito PUC/RJ
Afonso Celso Lana Leite, professor universitário UFU
Alceu Valença, músico
Alcides Nogueira, escritor
Aldimar Assis, advogado
Altamiro Borges, jornalista
Amélia Cohn, socióloga, professora Faculdade de Medicina USP
Ana Carolina Lopes, fotógrafa
Ana Corbisier, pesquisadora
Ana Fonseca, economista, professora universitária
Ana Helena Tavares, jornalista
Ana Maria dos Santos, advogada
Ana Maria Freire, escritora
André Borges, escritor e poeta
André Klotzel, cineasta
André Medalha e Almada, designer
André Tokarski, presidente da UJS - União da Juventude Socialista
Antonio Abujamra, ator
Antonio Carlos Fon, jornalista
Antonio Celso Ferreira, historiador, professor Unesp/Assis
Antonio Gilson Brigagão, jornalista e diretor teatral
Antonio Grassi, ator
Antonio Ibañez Ruiz, educador, professor universitário UNB
Antonio Pitanga, ator
Armando Freitas Filho, poeta
Arnaldo Carrilho, servidor público aposentado
Artur Henrique, sindicalista, secretário relações internacionais da CUT para as Américas
Artur Scavone, jornalista
Aton Fon Filho, advogado
Beatriz Cintra Labaki, socióloga
Beilton Freire da Rocha, médico
Benedito Prezia , antropólogo e escritor
Bernadette Figueiredo, professora
Betinho Duarte, administrador de empresa
Bruno Barreto, cineasta
Carlos Azevedo, jornalista
Carlos Duarte, advogado
Carlos Eduardo Niemeyer - Fotógrafo
Carlos Enrique Ruiz Ferreira, professor, coordenador assuntos institucionais e internacionais da UEPB
Carlos Roberto Pittoli, advogado
Carlos Walter Porto-Gonçalves, geografo, professor universitario UFF
Carlota Boto, pedagoga e professora da FEUSP
Carolina Abreu
Ceci Juruá, economista
Cecilia Boal, psicanalista
Célio Turino, historiador, gestor cultural
Celso Frateschi, ator
Celso Horta, jornalista
Cenise Monte Vicente, psicóloga, ex-diretora do UNICEF/SP
Christina Iuppen, professora
Clara Charf, militante feminista
Claudio Adão, jogador de futebol
Claudio Kahns, cineasta
Cloves dos Santos Araújo, advogado, professor universitário UNEB
Consuelo de Castro, dramaturga
Cristiane Souza de Oliveira
Daniel Tendler, cineasta
David Farias, artista plástico, escultor e pintor
Dayse Souza, psicóloga
Débora Duboc, atriz
Derlei Catarina de Lucca, professora
Domingos Fernandes, jornalista
Drauzio Gonzaga, professor universitário UFRJ
Dulce Maia de Souza, ambientalista
Dulce Pandolfi, historiadora, pesquisadora CPDOC/FGV
Edmilson José Valentim dos Santos, engenheiro
Eduardo Ebendinger, ator
Edvaldo Antonio de Almeida, jornalista
Eide Barbosa, gestora de pessoas
Eleonora Rosset, psicanalista
Emiliano José, jornalista e escritor
Emir Sader, sociólogo, professor universitário UERJ
Eneida Cintra Labaki, historiadora
Ercílio Tranjan, publicitário
Eric Nepomuceno, jornalista e escritor
Ernesto Tzirulnik, advogado
Erotildes Medeiros, jornalista
Eugenio Staub, empresário
Fabio Dutra, estudante de direito USP
Fabio Roberto Gaspar, advogado
Felipe Lindoso, produtor cultural
Fernando Nogueira da Costa, economista, professor universitário Unicamp
Fernando Sá, cientista político
Fernando Soares Campos, servidor público
Fidel Samora B.P. Diniz, músico
Flora Gil, produtora cultural
Francis Bogossian, engenheiro, Academia Nacional de Educação e Academia Nacional de Engenharia
Gabriel Cohn, sociólogo, professor USP
Gabriel Landi Fazzio, estudante de direito USP
Gabriel Pereira Mendes Azevedo Borges, estudante de direito USP
Gabriel Priolli, jornalista
Gabriela Shizue S. de Araujo, advogada
Galeano Bertoncini, cirugião dentista
Gaudêncio Frigoto, educador, professor universitário UERJ
Gegê, vice-presidente nacional da CMP - Central de Movimentos Populares
Giane Alvares Ambrósio Alvares, advogada
Gilson Caroni, sociólogo, professor universitário Faculdades Integradas Hélio Alonso/RJ
Gisela Gorovitz, empresária e advogada
Glaucia Camargos, produtora de cinema
Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista, professor da
FSP/USP
Guilherme Silva Rossi, estudante de direito USP
Heloísa Fernandes, socióloga, professora USP e ENFF
Hugo Carvana, ator e cineasta
Humberto de Carvalho Motta, estudante universitário
Ícaro C. Martins, cineasta
Idacil Amarilho, administrador
Iná Camargo, professora universitária USP
Iolanda Toshie Ide, professora universitária aposentada Unesp/Marília
Isa Grispun Ferraz, cineasta
Ivan Seixas, presidente do Condepe - Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana
Ivo Rosset, empresário
Ivone Macedo Arantes, arquiteta
Ivy Farias, jornalista
Izabel de Sena, professora universitária, Sarah Lawrence College, NY
Izaias Almada, escritor
Jacy Afonso de Melo, secretário de organização da CUT Nacional
Jane Argollo, coordenadora de Ponto de Cultura
Jessie Jane Vieira, historiadora, professora da UFRJ
Jesus Chediak, jornalista
João Antonio de Moraes, sindicalista, coordenador geral da FUP - Federação Única dos
Petroleiros
João Antonio Felício, sindicalista, secretário de relações internacinais da CUT
João Carlos Martins, pianista e maestro
João Feres, cientista político
João Jorge Rodrigues dos Santos, advogado e presidente do Grupo Olodum
João Lopes de Melo
João Paulo Possa Terra, estudante de direito USP
João Pedro Stédile, presidente nacional do MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
João Quartim de Morais, cientista político, professor universitário Unicamp
Jorge Ferreira, empresário
Jorge Mautner, cantor e escritor
José Antonio Fernando Ferrari, antiquário
José Arrabal, professor, jornalista e escritor
José Carlos Asbeg, cineasta
José Carlos Henrique, arquiteto
José Carlos Tórtima, advogado
José Fernando Pinto da Costa, presidente do grupo educacional Uniesp
José Ibrahim, líder sindical
José Luiz Del Roio, escritor
José Marcelo, pastor batista
Josefhina Bacariça, educadora popular em Direitos Humanos
Julia Barreto, produtora cinematográfica
Julio Cesar Senra Barros, interlocutor social
Jun Nakabayashi, cientista político
Juvandia Moreira, sindicalista, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região
Ladislau Dowbor, economista, professor universitário PUC/SP
Laio Correia Morais, estudante de direito USP
Laurindo Leal Filho, jornalista e sociólogo, professor universitário USP
Lauro Cesar Muniz, dramaturgo
Levi Bucalem Ferrari, escritor e professor de ciências políticas
Lia Ribeiro, jornalista
Lincoln Secco, historiador, professor universitário USP
Lorena Moroni Girão Barroso, servidora pública federal
Lucas Yanagizawa Paes de Almeida Nogueira Pinto, estudante de psicologia
Lucy Barreto, produtora cinematográfica
Luiz Carlos Bresser Pereira, economista, professor FGV
Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Junior, memorialista
Luiz Fenelon P. Barbosa, economista
Luiz Fernando Lobo, artista
Luiz Gonzaga Belluzzo, economista, professor universitário Unicamp
Luiz Pinguelli Rosa, professor da UFRJ
Maia Aguilera Franklin de Matos, estudante de direito USP
Maira Machado Frota Pinheiro, estudante de direito/USP
Malu Alves Ferreira, jornalista
Manoel Cyrillo de Oliveira Netto, publicitário
Marcelo Carvalho Ferraz, arquiteto
Marcelo Santiago, cineasta
Marcílio de Freitas, professor da UFAM
Márcio Souza, escritor
Marcionila Fernandes, professora, pró-reitora de pós-graduação e pesquisa da UEPB
Marco Albertim, jornalista
Marco Antonio Marques da Silva, desembargador
Marco Aurélio Belém Purini, estudante de direito USP
Marco Aurélio de Carvalho, advogado
Marco Piva, jornalista e empresário da área de comunicações
Marcos José de Oliveira Lima Filho, doutorando em Direito da UFPB
Marcus Robson Nascimento Costa
Maria Carmelita A. C. de Gusmão, professora
Maria das Dores Nascimento, advogada
Maria do Socorro Diogenes, professora
Maria Guadalupe Garcia, socióloga
Maria Izabel Calil Stamato, psicóloga, Universidade Católica de Santos
Maria José Silveira, escritora
Maria Luiza de Carvalho, aposentada
Maria Luiza Quaresma Tonelli, professora e advogada
Maria Victoria Benevides, socióloga, professora universitária USP
Mariano de Siqueira Neto, desembargador aposentado
Marilene Correa da Silva Freitas, professora da UFAM
Marília Cintra Labaki, secretária
Marília Guimarães, escritora, Comitê Internacional de intelectuais e artistas em defesa da humanidade
Mário Cordeiro de Carvalho Junior, professor da FAF/UERJ
Marlene Alves, professora, reitora da UEPB
Marly Zavar, coreógrafa
Marta Nehring, cineasta
Marta Rubia de Rezende, economista
Martha Alencar, cineasta
Maryse Farhi, economista, professora universitária
Matheus Toledo Ribas, estudante de direito USP
Michel Chebel Labaki Jr.
Michel Haradom, empresário, presidente da FERSOL
Mirian Duailibe, empresária e educadora
Ney de Mello Almada, desembargador aposentado
Nilson Rodrigues, produtor cultural
Noeli Tejera Lisbôa, jornalista
Oscar Niemeyer, arquiteto
Otavio Augusto Oliveira de Moraes, estudante de economia PUC/SP
Otávio Facuri Sanches de Paiva, estudante de direito USP
Pablo Gentili, educador, professor universitário UERJ, FLACSO
Paula Barreto, produtora cinematográfica
Paulo Baccarin, procurador da Câmara Municipal de São Paulo
Paulo Betti, ator
Paulo Roberto Feldmann, professor universitário, USP, presidente da Sabra Consultores
Paulo Thiago, cineasta
Pedro Gabriel Lopes, estudante de direito USP
Pedro Igor Mantoan, estudante de direito USP
Pedro Rogério Moreira, jornalista
Pedro Viana Martinez, estudante de direito USP
Raul de Carvalho, pesquisador
Regina Novaes, socióloga/RJ
Regina Orsi, historiadora
Renato Afonso Gonçalves, advogado
Renato Tapajós, cineasta
René Louis de Carvalho, professor universitário UFRJ
Ricardo Gebrim, advogado
Ricardo Kotscho, jornalista
Ricardo Miranda, cineasta
Ricardo Musse, filósofo, professor USP
Ricardo Vilas, músico
Ricardo Zarattini Filho, engenheiro
Risomar Fassanaro, poetisa e jornalista
Roberto Gervitz, cineasta
Rodrigo Frateschi, advogado
Ronaldo Cramer, professor de direito PUC/RJ
Rose Nogueira, jornalista
Rubens Leão Rego, professor Unicamp
Sandra Magalhães, produtora cultural
Sebastião Velasco e Cruz, cientista político, professor universitário Unicamp
Sérgio Ferreira, médico
Sergio Amadeu da Silveira, sociólogo e professor da UFABC
Sergio Caldieri, jornalista
Sérgio Mamberti, ator
Sergio Mileto, empresário, presidente da Alampyme - Associação Latino Americana de Pequenos
Empresários
Sérgio Muniz, cineasta
Sérgio Nobre, sindicalista, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Sérgio Ricardo, cantor
Sérgio Vampre, advogado
Silvio Da Rin, cineasta
Tatiana Tiemi Akashi, estudante de direito USP
Teresinha Reis Pinto, biomédica e pedagoga Consultora UNESCO
Tereza Trautman, cineasta
Theotônio dos Santos, economista
Tizuka Yamasaki, cineasta
Tullo Vigevani, professor Unesp/Marília
Urariano Mota, escritor e jornalista
Vagner Freitas de Moraes, sindicalista, presidente nacional da CUT - Central Única dos
Trabalhadores
Valter Uzzo, advogado
Venicio Artur de Lima, jornalista e sociólogo
Vera Lúca Niemeyer
Vera Maria Chalmers, professora universitária Unicamp
Verônica Toste, professora universitária IESP/UERJ
Vitor Fernando Campos Leite, estudante de direito USP
Vitor Quarenta, estudante de direito Unesp/Franca
Vladimir Sacchetta, jornalista e produtor cultural
Wadih Damous, advogado/RJ
Walnice Nogueira Galvão, professora de literatura comparada USP
Walquikia Leão Rego, professora Unicamp
Zé de Abreu, ator



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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

São Paulo é uma incógnita nestas eleições

Russomano tem feito de tudo para aparecer como um xerife bonitinho para os mais fracos.

Desconfio que está usando botox, pois ele não consegue sorrir direito, e fica com aquela cara de pau que não me convence de jeito nenhum.

Serra tenta reverter sua decadência.

Os serviços que ele apresenta em seu program destoa da realidade de total abandono do povo nos serviços públicos oferecidos.

Haddad começou tarde a se defender e a atacar os seus adversários, depois de ter sido achincalhado por muito tempo.

E, perdoe-me, não sabe atacar.

Ele, ou o seu pessoal de Marketing político, tem uma ingenuidade de arrepiar quando criticam os adversários.

Os institutos de pesquisa, Data Folha e ibope, estão no momento certo para desgastar os seus adversários históricos, diminuindo o eleitorado de Haddad e inflando Serra.

Para a mídia, o melhor dos mundos é haver um segundo turno entre Russomano e Serra, pois, em Sampa isto traria um Belo Horizonte para cá, onde um "socialista" se presta a ajudar Aécio Neves, aquele que rejeita o bafômetro, e desaparece de vez em quando, por razões que só Deus sabe, de tão escondido que acontece.

Aqui Russomano reuniria Geraldo e Dilma num só palanque, com Russomano.

Esta é a hora de Geraldo dar o troco em Serra, por tê-lo preterido em favor de Kassab.

Tudo muito enrolado por aqui. Muito enrolado.

O povo? ora o povo.

sábado, 22 de setembro de 2012

Médico oportunista explora parto de filho de Neymar


Retirei do ig esta vergonha para a classe dos médicos

Obstetra Herbert Kramer, que fez o parto de Davi Lucca, move ação na Justiça para receber R$ 45 mil. Pai de Neymar considera abuso e denuncia frase preconceituosa

iG São Paulo  - Atualizada às 
Adilson Micalli
Neymar posa com o filho Davi Lucca

Pouco mais de um ano após o nascimento do filho de Neymar , Davi Lucca (que comemorou o primeiro aniversário dia 24 de agosto), vem à tona uma disputa judicial entre a família do jogador e o médico responsável pelo parto.
O ginecologista e obstetra Herbert Kramer, que além do parto também fez todo o acompanhamento pré-natal de Carolina Dantas, a mãe de Davi Lucca, relata que não recebeu pelos serviços prestados no momento do parto. Por conta disso, o médico entrou com ação na Justiça, e o caso está correndo na  6ª Vara Cível de Santos.
Kramer, que clinca na cidade do litoral paulista, relata que fez o parto - realizado na maternidade do Hospital São Luiz, em São Paulo - a pedido da família de Carolina. Ele diz ter dedicado três dias exclusivamente à paciente, inclusive destacando uma equipe de assistentes.
Ainda segundo Herbert Kramer, as famílias de Neymar e de Carolina simplesmente não pagaram o valor combinado e pararam de atender aos telefonemas.
Nesta sexta-feira, ao saber que o médico tornara pública a cobrança judicial, Neymar da Silva Santos, pai de Neymar, soltou um comunicado oficial no qual ataca Herbert Kramer.
Segundo o avô de Davi Lucca, Kramer está cobrando R$ 45 mil pelo parto, apesar de ter feito todo o pré-natal com o plano de saúde da família de Carolina. Neymar pai diz ainda que o médico foi preconceituoso ao dizer para a avó materna de Davi Lucca (mãe de Carolina) que estava cobrando tal quantia por não ter realizado o parto de um "filho de pasteleiro".
Ironicamente, Neymar pai informa na nota que já foi pasteleiro. Ele entrou com ação no Conselho Regional de Medicina para que o procedimento do médico seja investigado.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por Neymar da Silva Santos:
Como fomos citados na matéria publicada na data de hoje no Portal UOL, com o título “Médico diz que Neymar não pagou o parto de Davi Lucca e processa o jogador”, é dever esclarecermos que:
É importante ressaltar que meu filho, Neymar Jr., tomou conhecimento da gravidez da mãe do Davi Lucca no quarto mês de gestação. Neste momento, ao tomarmos par da situação, colocamos a disposição dela todo o apoio necessário para o sucesso da gestação. Resolvemos respeitar a decisão da família da mãe em manter a relação médico-paciente que já havia sido estabelecida com o profissional em questão, uma vez que ele é médico credenciado pelo plano de saúde dela.
Todo o pré-natal, consultas e exames, foram cobertos pelo Plano de Saúde da família da mãe do Davi Lucca, desde a primeira consulta até o parto. A única exceção foi o local onde ocorreu o nascimento do meu neto. As famílias decidiram realizar o parto na Maternidade São Luiz, em São Paulo. A instituição inclusive disponibilizou profissionais de seu corpo médico para o trabalho. Mais uma vez, em respeito à relação médico-paciente que já havia sido estabelecida, optamos por manter o mesmo médico que a acompanhava desde a primeira consulta.
Graças a Deus o parto ocorreu sem nenhum contratempo, fomos extremamente bem atendidos pela equipe da Maternidade São Luiz que, mesmo sem necessidade, disponibilizou profissionais para acompanhar todo o procedimento. Foi neste dia que tive meu primeiro contato com o médico.
Até então, como já disse anteriormente, todas as despesas com o pré-natal, assim como o parto, corriam por conta do plano de saúde, exceção feita a maternidade, única parte com quem fechamos um acordo específico para a realização do parto.
Semanas após o nascimento de meu neto, a avó materna me procurou assustada informando que o médico havia solicitado a quantia de quarenta e cinco mil reais como “preço” da realização do parto. Espantei-me com o valor, uma vez que, repito, até então nada havia sido solicitado e desconhecíamos – minha família e a família da mãe – qualquer despesa adicional.
A justificativa para a cobrança extemporânea ofendeu-me ainda mais. Disse o médico à avó materna do Davi Lucca que não realizou o parto de um “filho de pasteleiro” e que se não fosse pago o valor requerido procuraria a justiça !! Por não compreender a razão pela qual o parto do meu neto seja tão mais caro do que o de um cliente do mesmo plano de saúde da mãe ou de um “filho de pasteleiro”, resolvi deixar que ele cobrasse o valor na justiça.
Além de todas as questões já aqui colocadas, o exemplo dado pelo médico foi de uma infelicidade extrema. Poucos sabem, mas Dna. Míriam, a bisavó paterna e eu já fomos “pasteleiros”. Não vejo razão para o tratamento diferenciado.
Um ano após o nascimento de meu neto, o médico procura a imprensa para divulgar a história pela metade. Nada havia sido sequer conversado sobre qualquer cobrança até o parto, com a família da mãe, muito menos com minha família. Não posso concordar em pagar por algo que não foi contratado, simplesmente em razão do status profissional do meu filho, ou porque o médico descobriu que fazia o parto de um jogador de futebol.
Não concordamos e não podemos admitir !!
Já ingressamos com uma representação junto ao Conselho Regional de Medicina questionando a cobrança “por fora” de um procedimento médico (parto) para um cliente de plano de saúde bem como os limites desta cobrança.
Não nos manifestaremos mais sobre este assunto. Aguardamos decisão da justiça.
Neymar (Avô paterno) e Dna. Mírian (avó materna)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Celso Russomanno não conhece nem o seu próprio programa



Deplorável um candidato que está em primeiro lugar nas pesquisas em Sampa não conhecer sequer o seu programa de governo. Êta povo "Maria vai com as outras".

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

No Peito eu levo uma Cruz - CD Jornada Mundial da Juventude no Brasil!!



Este é o hino da JMJ - Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no ano que vem, em 2013, no Rio de Janeiro

Partidos do bloco de apoio ao Governo lançam carta contra golpismo da direita


À sociedade brasielira
O PT, PSB, PMDB, PCdoB, PDT e PRB, representados pelos seus presidentes nacionais, repudiam de forma veemente a ação de dirigentes do PSDB, DEM e PPS que, em nota, tentaram comprometer a honra e a dignidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Valendo-se de fantasiosa matéria veiculada pela Revista Veja, pretendem transformar em verdade o amontoado de invencionices colecionado a partir de fontes sem identificação. 

As forças conservadoras revelam-se dispostas a qualquer aventura. Não hesitam em recorrer a práticas golpistas, à calúnia e à difamação, à denúncia sem prova.

O gesto é fruto do desespero diante das derrotas seguidamente infligidas a eles pelo eleitorado brasileiro. Impotentes, tentam fazer política à margem do processo eleitoral, base e fundamento da democracia representativa, que não hesitam em golpear sempre que seus interesses são contrariados. 

Assim foi em 1954, quando inventaram um “mar de lama” para afastar Getúlio Vargas. Assim foi em 1964, quando derrubaram Jango para levar o País a 21 anos de ditadura. O que querem agora é barrar e reverter o processo de mudanças iniciado por Lula, que colocou o Brasil na rota do desenvolvimento com distribuição de renda, incorporando à cidadania milhões de brasileiros marginalizados, e buscou inserção soberana na cena global, após anos de submissão a interesses externos.

Os partidos da oposição tentam apenas confundir a opinião pública. Quando pressionam a mais alta Corte do país, o STF, estão preocupados em fazer da ação penal 470 um julgamento político, para golpear a democracia e reverter as conquistas que marcaram a gestão do presidente Lula.

A mesquinharia será, mais uma vez, rejeitada pelo povo. 


Rui Falcão, PT 

Eduardo Campos, PSB 

Valdir Raupp, PMDB 

Renato Rabelo, PCdoB 

Carlos Lupi, PDT 

Marcos Pereira, PRB.


Brasília, 20 de setembro de 2012.
 

A Classe média paulistana, segundo Marilena Chauí



Vale a pena assistir este vídeo. Talvez explique o porque dos índices de Russomano e de Serra nas pesquisas.

Inabilidade e falta de carisma desconstroem campanha de Haddad

Foto: Nesta quinta, Fernando Haddad participa de debate na Arquidiocese de São Paulo. O debate será transmitido no site da Arquidiocese. http://arquidiocesedesaopaulo.org.br/



É inacreditável como Haddad e o seu staff político ficaram imóveis a toda sorte de campanha de desgaste encetada por Serra. Fizeram relação de Haddad com o "mensalão", associando-o com os réus que estão sendo condenados.
O resultado não poderia ser outro: Haddad cai nas pesquisas e Serra se habilita para ir ao segundo turno contra Russomano, que voltou a crescer.
Haddad se fez de bom mocinho, que não faz acusação contra os seus adversários, calando-se enquanto era enxovalhado.
Agora, faltando 15 dias praticamente para as eleições, parece que acordou. Pode ser tarde, porque o eleitorado tem o seu momento de decisão do voto.
Haddad não empolgou. Não se fabrica político em véspera de eleições. O PT terá de aprender que se deve respeitar a representação partidária, sem impor candidaturas que não ocupem com sua influência os aparelhos partidários.
Agora, os setores progressistas terão pela frente uma "dupla dinâmica", Batman e Robin, Serra e Russomano, dois lados da mesma moeda, lógico, com desenhos diferentes.
Se esta alternativa se concretizar, o que parece que se avizinha, certamente não ficarei com o voto nulo. Não sei anular o voto. Provavelmente seguirei Russomano, ainda que veja nele um aventureiro. De alguma forma ele se alinhará mais com Dilma. É que não aguento mais ver tucanos gralhando em meus ouvidos, apesar do Edir Macedo, da exploração da morte da primeira mulher, do caráter fantasioso de falso xerife, enfim, apesar de tudo.
Meu filho é um irredutível voto nulo. Compreendo-o cada vez mais, mas tenho que acreditar no sistema democrático, com todos os seus limites e falhas. Conheço o outro lado, o da impostura, do autoritarismo.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O cacetete democrático dos tucanos

Estava demorando a violência do estado tucano de Sampa voltar a reprimir o movimento sindical. Geraldo Alckmin, como nos velhos tempos da ditadura.


18 DE SETEMBRO DE 2012 - 18H58 

Sindicalistas são presos pela PM em S. Paulo durante assembleia


Foram presos na manhã desta terça-feira (18), o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Miguel Torres, atual presidente da Força Sindical, e o secretário-geral da central, João Carlos Gonçalves, o Juruna, juntamente com outro dirigente e uma assessora. A motivação? Segundo relatos dos sindicalistas, foi pura falta de preparo dos policiais militares que passaram por cima da liberdade de expressão do trabalhador e cidadão. Confira entrevista à Rádio Vermelho.



“Foi um total despreparo dos policiais para enfrentar uma situação como essa. Fomos detidos, levados a uma delegacia, onde ficamos durante quatro horas para aguardar a lavratura do boletim de ocorrência. Não era greve, até os empresários das metalúrgicas estavam com a gente na rua, juntos”, declarou ao Vermelho Miguel Torres, presidente em exercício da Foça Sindical, logo que deixou o 31º Distrito Policial, no Carrão, Zona Leste.

O fato ocorreu por volta das 7h45, na Rua Cadiriri, na mooca, onde ficam as metalúrgicas Ferrolene e Aratell. Antes disso, por volta das 6 horas, os sindicalistas chegaram ao endereço para promover mais uma assembleia da campanha salarial dos metalúrgicos da capital.
“Não estávamos obstruindo a via, como ficou registrado no boletim de ocorrência”, declarou Juruna em entrevista à Rádio Vermelho sobre o assunto, referindo-se ao boletim de ocorrência registrado no 31º por “desobediência”.

Também foram detidos o dirigente David Martins de Carvalho, o motorista do caminhão de som, 
O presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes também comentou o fato, lembrando que os policiais atentaram contra o direito de expressão. A CTB e outras centrais promete emitir nota e procurar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) para agendar reunião para esclarecer o fato.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo foi procurada mas não retornou´. Segundo o boletim de ocorrência, ao qual o Vermelho teve acesso, o PM que conduziu os dirigentes foi Ricardo dos Santos Figueira, que figura como parte, e Cassio Vieira Batista, 35 anos, que figura como testemunha.


Deborah Moreira
Da redação

foto: Sindicato dos Metalúrgicos de S. Paulo

Entrevista com os sindicalistas:

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Agora digam se o Cardeal Dom Odilo teve ou não razão de se defender


Este "bispo" Pereira, mostra bem a intenção de denegrir a Igreja Católica Apostólica Romana. Este Pereira é o Coordenador da Campanha de Russo Mano. Ele sequer se desculpou; apenas disse que este artigo foi escrito para outro contexto.  Desculpem apresentar este lixo, mas às vezes é importante para que tenhamos clareza de que está do lado o bem e quem está o lado do diabo. Leiam abaixo.

Estamos vivendo a política da catequização da Igreja de Roma e, por isso, certamente, estamos vivendo os últimos dias. Dias que minha querida avó jamais imaginou viver. Um tempo em que, por anos a fio, os "poderosos de púrpura" de Roma têm controlado a educação em nosso país.
Dias de absurdos e depravações. Dias em que filhos e netos chegam à escola e recebem "kits" distribuídos pelos próprios professores lhes ensinando como serem gays ou como optarem por serem gays. É este o programa "educacional" que o Ministério da Educação planeja adotar nas escolas públicas do nosso Brasil, sem sequer perguntar aos pais se eles concordam ou apoiam a iniciativa.
Simplesmente nos impõem a ditadura das minorias. Isso mesmo: a ditadura das minorias!
kitgay ilustra11 Qual o futuro da educação no Brasil?
Estamos vivendo dias em que as minorias impõem à sociedade seus “valores e caprichos”. Não há outra explicação. Obrigar os menores brasileiros a estudarem um suposto material didático que incentiva a prática da homossexualidade e entenderem isso como algo normal, é, sem dúvida, a imposição da ditadura das minorias. Pior que fazem isso com a ilógica tese da política de conscientização contra a homofobia ou contra a discriminação das preferências sexuais.
Imagine seu filho ou sua filha chegando da escola e dizendo, com toda a inocência de uma criança, que decidiu ser homossexual após assistir a um vídeo na escola? Qual seria a sua reação? Você aceitaria essa situação com tranquilidade e de forma normal?
Provavelmente não! Certamente que não!
kitgay ilustra2 Qual o futuro da educação no Brasil?
E pior: o mesmo Ministério da Educação que defende os livros e vídeos em defesa do homossexualismo é também o responsável pelos péssimos índices da educação do nosso país.  Você sabia que, no ranking mundial de qualidade da educação da ONU, o Brasil ocupa a vergonhosa 88ª posição, atrás de países como Bolívia, Colômbia e Paraguai?
As autoridades já impuseram a nós, brasileiros, o ensino religioso nas escolas públicas. A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, por exemplo, acabou de votar a criação de 600 cargos para professores de ensino religioso. As contratações custarão aos cofres públicos mais de R$ 15 milhões, dinheiro dos impostos que você, eu e toda a sociedade pagamos rotineiramente.
Agora, tentam nos impor os famigerados "kits gays".
Até quando o Vaticano terá o controle das ações do governo, seja federal, estadual ou municipal?
Até quando o Brasil do século 21 continuará se curvando às "batinas púrpuras" de Roma?
Precisamos salvar o Brasil e torná-lo um país verdadeiramente laico, completamente livre da influência da religião.

Para encerrar quero lembrar que Jesus Cristo nos disso que muitos últimos irão preceder muitos primeiros, no Reino de Deus.

Falso cristianismo infesta São Paulo

É um luto ver templos religiosos, "baluartes do cristianismo", servirem de palanque para candidatos de diversos matizes.
A coisa está pegando fogo, pois um candidato, líder nas pesquisas, o Celso Russomano, que tem como chefe de campanha o Bispo Marcos Pereira da "Universal", está neste fogo cruzado, pois faz toda sorte de manipulação do eleitor, principalmente o evangélico.
O Bispo Marcos Pereira, com a liberalidade que possui de difamar os católicos, denunciou Roma por criar o kit anti homofobia, chamado também de Kit Gay, pelos que são contrários, uma vez que a Igreja "estava instalada no poder".O fato de ter escrito a matéria em 2011 não o redime de ser citado agora, pois a pessoa é a mesma ainda hoje.
O fato é que a Igreja Católica é francamente contrária ao kit anti-homofobia.
Este imbróglio levou a Dom Odilo, Cardeal de São Paulo a mandar que fosse lido em todas as 300 igrejas da capital uma carta sua onde condena a manipulação dos votos, os chamados votos de cabresto, que tanto temos denunciado neste blog.
Grande parte dos evangélicos tem a mania de tornar seus púlpitos em palanque eleitoral. Não todos, deve-se ressaltar.
A Igreja tem o papel de formar o fiel para decidir autonomamente.
Russomano  comprometeu sua candidatura.
Vamos ver as próximas pesquisas.

sábado, 15 de setembro de 2012

Como chegar a uma cultura de paz em um mundo multirreligioso


Vale a pena ler o discurso de Bento XVI sobre como se viver a liberdade religiosa. Saiu no zenit.
"A liberdade religiosa tem uma dimensão social e política indispensável para a paz"
Encontro de Bento XVI com as autoridades políticas e religiosas libanesas no Palácio Presidencial de Baadba
Por Luca Marcolivio
BEIRUTE, sábado, 15 de setembro de 2012 (ZENIT.org) - No segundo dia da sua visita pastoral no Líbano, o Papa Bento XVI passou a maior parte da manhã no Palácio Presidencial de Baadba, onde se reuniu com as principais autoridades políticas e religiosas do país.
Em primeiro lugar, em dois momentos diferentes, na Sala dos Embaixadores do Palácio Presidencial, o Santo Padre conversou com o presidente da República Libanesa, Michel Sleiman, e com o primeiro-ministro Nabih Berri, na presença dos seus respectivos familiares. Cada um dos encontros terminou com o ritual da troca de presentes e com a entrega de uma cópia da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Ecclesia in Medio Oriente.
Bento XVI teve outros colóquios com os líderes das Comunidades muçulmanas Sunita, Xiita, Drusa e Alawita, na presença do Cardeal Secretário de Estado Tarcisio Bertone, do Patriarca de Antioquia dos Maronitas, Béchara Boutros Raï, do Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, e do Núncio Apostólico no Líbano, Mons. Gabriele Giordano Caccia.
Terminado os encontros privados, o Santo Padre e a delegação de autoridades libanesas foram ao Jardim do Palácio Presidencial, onde houve o simbólico plantio de um cedro do Líbano, para depois irem para o Salão “25 de maio” onde, depois da introdução do presidente Sleiman, Bento XVI pronunciou o próprio discurso.
O Papa começou saudando os presentes, dizendo: «Salàmi ō-tīkum»", expressão em aramaico com a qual Jesus Cristo afirma: "Dou-vos a minha paz" (João 14, 27).
Aludindo ao pequeno cedro plantado pouco antes, o Pontífice disse: "Vendo esta pequena árvore e os cuidados que precisará para fortalecer-se até poder espalhar os seus ramos majestosos, pensei no vosso país e no seu destino, nos Libaneses e nas suas esperanças, em todas as pessoas desta Região do mundo que parecem conhecer as dores de um parto sem fim".
Por que, então, o Líbano, "que tem visto o nascimento de grandes religiões e nobres culturas", "vive na tempestade"? Deus escolheu esta região, disse o Papa, "para que seja exemplar, de modo que testemunhe diante do mundo a possibilidade que o homem tem de viver concretamente o seu desejo de paz e de reconciliação!”
O Santo Padre referiu-se depois à riqueza de uma sociedade como a libanesa, onde a "unidade" não deriva da "uniformidade", mas dos valores comuns da "dignidade do homem", da defesa da vida e da busca da paz.
Negar esses princípios ou permanecer indiferentes impede "o respeito desta gramática, que é a lei natural inscrita no coração do homem", uma lógica que "desqualifica não somente a guerra e os atos de terrorismo, mas também todo atentado à vida do ser humano, criatura querida por Deus".
As guerras, o desemprego, a corrupção, a pobreza, a exploração, o terrorismo, além de gerar um “sofrimento inaceitável” para aqueles que são vítimas, produzem um “enfraquecimento do potencial humano”.
"A lógica económica e financeira - disse o Papa - sempre quer impor o seu jugo e fazer prevalecer o ter sobre o ser! Mas a perda de qualquer vida humana é uma perda para toda a humanidade".
A harmonia do "viver juntos" só é alcançada quando a solidariedade prevalece "para rejeitar o que impede o respeito de cada ser humano" e também "para sustentar as políticas e as iniciativas voltadas a unir os povos de modo honesto e justo”. Portanto as diferenças culturais, sociais e religiosas “devem levar a viver um novo tipo de fraternidade, onde o que une é o sentido comum da grandeza de cada pessoa, e o dom que ela é para si mesma, para os outros e para a humanidade”. São estes os fatores que podem levar “para o caminho da paz”.
A cultura da paz, acrescentou Bento XVI, é realizada em primeiro lugar com a educação, que seja na família que na escola, "deve ser antes de mais nada educação aos valores espirituais que conferem à transmissão dos conhecimentos e das tradições de uma cultura e o seu sentido e a sua força”.
Tarefa da educação é, portanto, "acompanhar a maturação da capacidade de fazer escolhas livres e justas, que possam ir contra a corrente com relação às opiniões difundidas, às modas, às ideologias políticas e religiosas”.
O mal, disse ainda o Santo Padre, não é uma “força anônima” que age no homem “de modo impessoal ou determinista”, mas algo que passa por “por meio do uso da nossa liberdade”. E pisoteando o primeiro mandamento, amar a Deus, chega-se a “perverter o segundo, o amor ao próximo”.
No entanto, é possível “não deixar-se vencer pelo mal e vencer o mal com o bem (cf. Rm 12, 21)." Sem a conversão do coração  “as liberações” humanas tão desejadas decepcionam, porque se movem no espaço limitado concedido pela estreiteza de espírito do homem, pela sua dureza, pelas suas intolerâncias, pelos seus favoritismos, pelos seus desejos de vingança, pelos seus instintos de morte”.
Esta conversão, entretanto, é "emocionante - disse o Papa - porque abre algumas possibilidades apelando para muitos recursos que habitam no coração de tantos homens e mulheres que querem viver em paz e estão prontos para trabalhar para a paz."
Bento XVI também mencionou a convivência entre as culturas e religiões, da qual o Líbano é um símbolo há séculos. "Não é incomum - observou – ver na mesma família várias religiões. Se numa mesma família isso é possível, porque não deveria ser a nível de toda a sociedade?".
A questão fundamental é, portanto, o princípio da liberdade religiosa, "direito fundamental do qual dependem muitos outros". Essa é uma “dimensão social e política indispensáveis para a paz” e deve ser protegida de tal forma que cada um possa “viver livremente a própria religião sem pôr em risco as próprias vidas."
O Papa, no entanto, advertiu contra a "chamada tolerância” que “não elimina as discriminações, mas por vezes, as fortalece”. E acrescentou: “A inércia dos homens de bem não deve permitir que o mal triunfe. E não fazer nada é ainda pior”.
Pouco antes de despedir-se, para retornar à Nunciatura Apostólica de Harissa, Bento XVI pediu que as suas reflexões de hoje não permanecessem "ideais simplesmente enunciados", uma vez que "podem ​​e devem ser vividos". Portanto ele incentivou os líderes políticos e religiosos presentes a “testemunharem com coragem” em torno de si mesmos, "no tempo oportuno e inoportuno”.

Mozart Ave Verum Corpus por Leonard Bernstein

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Eleitorado evangélico em São Paulo é cativo dos seus líderes.

Democracia é só na teoria.

De fato, nas igrejas evangélicas de São Paulo o que vale é o que o pastor manda o povo votar.

Daí prevalece o interesse particular, em vez do coletivo.

Esta realidade demonstra o quanto a prática religiosa, neste caso a evangélica, é capaz de castrar a autonomia, a independência, a análise particular do fiel nos candidatos e sua posterior escolha.

Como a maioria dos pastores está mais preocupada em ver resolvidos os problemas de sua captação de servos econômicos, então quem lhe oferecer as maiores vantagens estará habilitado a receber apoio.

Nesta trilha ganha notoriedade a mega milionária Igreja do Edir Macedo , O Papa evangélico.

A Universal do Reino de Deus é a mega empresária da candidatura de Russo Mano, e tem tudo para se apropriar do controle da cidade de São Paulo para se enriquecer e tomar os recantos que melhor lhe aprouver.

Pesquisa da Folha mostra que os eleitores das igrejas evangélicas são maioria para Russo Mano e Serra, o que mostra quão cativos os eleitores evangélicos são de seus pastores.

Bela democracia a deles.

E pensar no final da carta de Mateus,  Jesus diz para fazermos "todas as nações se tornem discípulos", isto é nações com pessoas que assumem elas mesmas o cristianismo, em vez de serem subalternas a seus pastores, veremos uma grande traição ao cristianismo e o surgimento de um novo negócio empresarial, "em nome de Jesus".

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Embaixador americano morto na Líbia?

Como é que se deve entender este xadrez político do Império Evangélico no Oriente Médio.

Mataram Kadafi, considerado um louco, mas que mantinha o país próspero, em que a maioria das etnias encontravam um ponto de convivência, e o serviço público funcionava, ainda que o governo seguisse o personalismo excêntrico do líder.

Kadafi foi um coronel que tomou o poder sob a influência do nasserismo egípcio que com o tempo tornou o país próspero, mas combinado com benefícios pessoais a si e sua família.

De longe era mil vez melhor do que as trevas que cobrem hoje o território Líbio

Seu maior crime: colocar-se contra o Império Evangélico e a Otan. Com a queda do socialismo na URSS, a Líbia, o Egito, a Síria, que fizeram a experiência nacionalista laica, ficaram à mercê do Ocidente.

O movimento social que varreu os países árabes pode ser visto como um grito por oportunidades para uma camada imensa das populações.

Os americanos viram nisto um grande oportunidade de varrer os países que lhe faziam oposição há tempos, utilizando-se destes movimentos, muitos com forte cunho religioso islâmico.

Reduziram a Líbia a pó, explodindo de tudo, e armando toda sorte de grupos religiosos.

Depois de tudo destruído, quem ficou no poder?

Exatamente aqueles que odeiam os americanos.

Por isso mataram um embaixador gringo e passearam com o seu corpo pelas ruas de Benghazi.

Agora os EUA irão invadir novamente o invadido?

Durma-se com esta.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

As fronhas da exploração

Fico estatelado, mudo, revoltado, ao assistir a hipocrisia da Igreja Mundial do "Bispo" Valdomiro Santiago pedir que 100.000 pessoas enviem para "As fronhas dos Sonhos" apenas R$ 300,00 de contribuição.
Faço meus cálculos e chego a pequena soma de R$ 30.000.000,00.
Sim, 30 milhões de reais.
Não existe mais respeito os fiéis, nem há limites na venda das curas gratuitas realizadas por Jesus.
O Brasil tem gente enrolando gente direto, em nome de Jesus. E o governo não faz nada, nada.
Este talvez seja o jeito mais fácil de se fazer dinheiro hoje, abrir uma igreja e explorar o povo.
É preciso que haja uma legislação que coíba o oportunismo religioso.
Safados!
Se um padre da minha igreja fizer isto, venho denunciar aqui do mesmo jeito.

Juízes transgressores imperiais

Os Ministros do Supremo Tribunal Federal devem receber o nome de Estado, Folha, Globo e Veja.

Nunca verás um poder judiciário midiático como este!

Juízes travestidos de folhas de jornais de grande circulação.

Togados qual perus em véspera de Natal, soltam gluglus decorados.

Fiiiiii...!

GLUGLUGLU!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Um 11 de Setembro contra o povo chileno, que jamais será esquecido



Viva o Chile e o seu povo!

Os fascistas com Pinochet derrubaram uma das mais belas experiências de socialismo na América Latina.

Hoje recordamos esta generosa experiência de amor ao povo que foi esmagada precocemente.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Nós te amamos - Iran e Israel




Como pacifista ressalto o espírito de amorosidade manifestado por este cidadão israelense para com o povo iraniano. Podemos impedir as guerras? Isto depende em muito dos governantes, mas as ações individuais também podem concorrer para restaurar a paz no mundo.

domingo, 9 de setembro de 2012

Entregar a prefeitura de São Paulo nas mãos do Edir Macedo será uma abominação à História do cristianismo em Sampa

Celso Russomano é uma figura conhecida, manipuladora da boa vontade do cidadão simples. Auto proclamando-se paladino do consumidor, ele é na realidade uma farsa de moralidade, aguardando o momento do bote, para usurpar os poderes paulistanos.

Com apoio de toda estrutura da milionária Igreja que se diz Universal do Reino de Deus, conta com a presença direta de diversos pastores desta agremiação religiosa sequiosa por $$$$$$$$. A prefeitura de Sampa nas mãos deles será uma festa.

Precisamos impedir este saque e orientar a população contra este grande perigo que se levanta que é a candidatura Russomano.

Serra já é carta fora do baralho. Agora a "elite paulistana" joga as suas fixas no cassino de Russomano.

Desastre à vista!

Como dizia Chico Buarque: Chama o ladrão!

A sociedade israelense está aceitando a perseguição religiosa aos cristãos



A Assembléia dos Ordinários Católicos da Terra Santa condena os atos de vandalismo contra o mosteiro trapista de Latroun
Quinta-feira, 6 de setembro de 2012 (ZENIT.org) - "Por que os cristãos ainda são um alvo?". Com esta questão abre-se o comunicado da Assembléia dos Ordinários Católicos da Terra Santa (AOCTS), publicado terça-feira, 4 de setembro, em resposta aos atos de vandalismo contra a abadia dos monges trapistas de Latroun.
A porta principal do mosteiro, localizado a cerca de 15 quilômetros a oeste de Jerusalém, quase na fronteira dos Territórios Ocupados, foi incendiada na madrugada de terça-feira e as paredes foram pichadas com escritos anti-cristãos. "Jesus é um macaco", proclama um dos grafites em questão, escrito em hebraico.
"A comunidade cristã acordou nesta manhã, 4 de setembro de 2012, descobrindo com horror que, mais uma vez, era alvo de forças odiosas dentro da sociedade israelense", afirma o comunicado do organismo, que leva as assinaturas de muitos líderes cristãos, incluindo o Patriarca Latino de Jerusalém e Presidente da Assembléia dos Ordinários, Fouad Twal, o arcebispo melquita católico de Acco e vice-presidente da Assembléia dos Ordinários, Elias Chacour, o Núncio Apostólico na Jordânia, Giorgio Lingua, e o Custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa, O.F.M.
"Infelizmente, o que acontece em Latroun é apenas o mais recente de uma série de ataques contra os cristãos e seus lugares de culto", continua o texto da AOCTS, que sublinha o compromisso da comunidade dos monges trapistas para o diálogo com a sociedade israelense e para a reconciliação entre judeus e cristãos. "O mosteiro é visitado toda semana por centenas de judeus israelenses que são acolhidos por monges com caridade e calor”, lembra a nota.
Dirigindo-se às comunidades israelenses, os signatários do comunicado pedem "mover-se para pôr fim a esta violência sem sentido e garantir nas escolas um ‘ensino de respeito’ para todos aqueles que se reconhecem desta terra. "
O texto vincula os atos de vandalismo à recente evacuação de postos ilegais de assentamentos judaicos nos Territórios Ocupados. Os grafites referiam-se, de fato, também a dois assentamentos - Ramat Migron e Maoz Esther - desmontados na semana passada pelas forças israelenses.
"Aqueles que escreveram seus slogans odiosos expressaram sua raiva contra o desmantelamento dos assentamentos judaicos ilegais na Cisjordânia. Mas, por que derramar esta ira contra os cristãos e seus lugares de culto? ", pergunta o comunicado.
"O que está acontecendo na sociedade israelense contemporânea para fazer que os cristãos sejam os bodes expiatórios e alvos desses atos violentos?" perguntam os signatários. "Que tipo de 'ensinamento de desprezo" para com os cristãos é transmitido nas suas escolas e nas suas casas?".
Em Jerusalém, vândalos tiveram como alvo, em fevereiro, uma igreja batista, um cemitério cristão e o mosteiro grego-ortodoxo no Vale da Cruz. "Morte aos cristãos", "Vos crucificaremos" e "Maria é uma prostituta", proclamavam alguns dos escritos altamente ofensivos e ameaçadores.
Naquela ocasião, o Custódio da Terra Santa, Pe. Pizzaballa, tinha enviado uma carta ao presidente de Israel, Shimon Peres, pedindo-lhe para "usar todo o seu poder e a sua influência" para parar com este tipo de ações", antes que se tornassem parte normal da vida dos cristãos em Israel".
Em dezembro de 2009, novamente na Cidade Santa, slogans anticristãos tinham aparecido na área do Cenáculo e no muro da Basílica da Dormição.
[Traduzido por Thácio Siqueira]

Ascensão Conservadora na sociedade paulistana segundo Marilena Chauí Junqueira



O que é a classe média paulistana, esta excrescência contraditória intermediária.A professora Marilena faz uma bela reflexão.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Programa da Vanessa Prefeita 65 - 22/08/2012 para Manaus



Interessante a propaganda de Vanessa candidata em Manaus. Concorre para a Prefeitura concorrendo contra Arthur Virgílio, que quer ressuscitar na vida política.

Propagandas dos candidatos em São Paulo favoreceram Russomano

Haddad diz que é preciso um homem novo para um tempo novo.

Chalita diz que não é bom ser nem o PT nem o PSDB.

Quem sai favorecido nestas propostas?

Russomano, que encampa as duas palavras de ordem das campanhas de seus adversários.

Serra e os tucanos vão amargar uma fragorosa derrota. Não irão sequer ao segundo turno.

Haddad não tem carisma. Até para abraçar o Lula ele tem dificuldade, parecendo que está apertando o peão, que demonstra não ter nenhum prazer naquele ato.

O pior de tudo é que Russomano é de uma mediocridade gritante, e a elite paulista, temerosa de perder a prefeitura, despeja nele todo o seu apoio, ainda que isto signifique uma incógnita quanto à habilidade de gestor do candidato.

Serra é carta fora do baralho.

Haddad é uma possibilidade de segundo turno.

Russomano irá cair, mas quando?

Quando a máscara cair também.

Afilhado de Maluf, não pode ser criticado por isto, porque  Haddad tem o apoio de Maluf.

Chalita pode crescer?

Creio que Chalita poderá crescer se Russomano começar a cair. Chalita é a terceira via, que aguarda oportunidade. Ele não caiu nas pesquisas, mas também não subiu..

Penso que muita água ainda vai rolar nestas eleições.

É ver para crer.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cristãos indianos obtém vitória parcial contra a discriminação religiosa.


Retirei do zenit
Lei anti-conversão é anticonstitucional
Sentença da Alta Corte de Himachal Pradesh é histórica para os cristãos indianos
ROMA, segunda-feira, 03 de setembro de 2012(ZENIT.org) - A lei anti-conversão aprovada no estado de Hhimachal Pradesh (norte da Índia) tem algumas partes "anticonstitucionais". Com efeito, "as pessoas não só têm o direito de liberdade de consciência, o direito de professar sua fé, de modificar sua fé; mas também o direito de manter suas convicções secretas". A sentença da Alta Corte de Himachal Pradesh, emitida pelos juízes Deepak Gupta e Rajiv Sharma é 'histórica'. O recurso foi apresentado em 2011 por um grupo de organizações cristãs que impugnaram a "Lei sobre a Religião", emanada em 2006 e vigente desde 2007.
A Corte declarou que "a Seção 4 do procedimento e os art. 3 e 5 do documento aplicativo violam as disposições constitucionais". Tais normas declaravam ilegítima a livre conversão de uma religião para outra, permitindo-a somente depois de um longo processo, inquéritos e autorizações de um magistrado, e impondo, em caso contrário, multas e sanções.
Em um comunicado enviado à Fides, o "Conselho Global dos Cristãos Indianos" (Gcic), recebe favoravelmente a sentença, agradece os advogados de diversas religiões que se empenharam no recurso, e afirmam que a lei viola alguns direitos fundamentais dos fiéis. Recordando que "todas as conversões, ocorridas por livre arbítrio, são legais", a Corte solicita os governos centrais e estatais à proteção de todos os fiéis que exercem este direito".
Pe. Dominc D'Abrio, porta-voz da Conferência Episcopal da Índia, nota à Fides: "É um passo muito positivo, os cristãos teriam um grande benefício. A sentença pode constituir um precedente e provocar o efeito dominó, encorajando recursos contra a lei anti-conversão, do mesmo gênero, em vigor em outros estados da Federação indiana".
O primeiro estado a aprovar a lei que proíbe as conversões foi Orissa em 1967, seguido por Madhya Pradesh em 1968 e Arunachal Pradesh em 1978. O governo do partido nacionalista hindu "Bharatiya Janata Party" (BJP) a introduziu em Gujarat em 2003 e em Chhattisgarh em 2006; no ano seguinte, entrou em vigor tambémem Himachal Pradesh. Segundo os cristãos, tais leis, limitando o direito fundamental à liberdade religiosa, são instrumentos nas mãos de grupos extremistas hindus que acusam os cristãos de "proselitismo e conversões forçadas". São utilizadas para atingir minorias religiosas, envenenando o tecido social e semeando ódio no âmbito da sociedade indiana.

domingo, 2 de setembro de 2012

Paquistão: menina acusada de blasfêmia tem julgamento adiado


Até quando o fanatismo islâmico continuará com a sua violência sobre os cristãos de maneira em geral?
Grupo de líderes islâmicos questiona relatório médico sobre condição mental da
José Antonio Varela Vidal
ROMA, sexta-feira, 31 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - A pequena Rimsha Masih, acusada de blasfêmia no Paquistão, já está vivendo a sua via-crúcis como cristã.
Não apenas ela, mas a família, a comunidade (que está em fuga depois do episódio) e o mundo inteiro observam com espanto o fato absurdo de uma criança assustada ser submetida a um julgamento de natureza religiosa, que pode levá-la à prisão, por ter arrancado as páginas de um livro que ensina a ler o alcorão.
O calvário de Rimsha continuará. O Tribunal de Islamabad anunciou que amanhã, 1º de setembro, emitirá seu veredito sobre um recurso apresentado de última hora por uma frente islâmica.
A frente contestou como "excessivamente leniente" o relatório médico que estabelece entre 13 e 14 anos a idade da menina e confirma o seu retardo mental. De acordo com os líderes religiosos, independentemente do andamento do processo, a menina cometeu um ato blasfemo e deve ser condenada com a pena máxima.
Qual é o futuro da pequena Rimsha? Se ela for liberada da prisão e voltar para casa em Mehrabad, pode não passar muito tempo até que alguém faça "justiça" com as próprias mãos, matando-a como já foram mortas outras pessoas no passado em casos semelhantes. Se for levada para outra parte do país ou para o exterior, também terá que ser transferida toda a sua família, que é extremamente pobre. Já se permanecer presa, a reclusão será tudo menos segura: também na cela alguém poderá sentir-se “inspirado” a matá-la.
Em declarações recentes à agência Asia News, o bispo de Islamabad-Rawalpindi, dom Rufin Anthony, garantiu a sua "oração por Rimsha e pela sua família", na esperança de que o caso leve o governo a aplicar os meios necessários para garantir a segurança das minorias religiosas no país.
Enquanto isso, não há novidade alguma no Paquistão sobre a comissão inter-religiosa convocada pelo presidente da República no início de agosto para rever a famigerada "lei anti-blasfêmia", que está na raiz do calvário de Rimsha.